Malagueta mandou gente na casa onde as crianças estavam escondidas.
Queria o celular do Giló. A gravação já tinha chegado na polícia. Quem passou o endereço? A mãe. Rosita. De novo.
Dentro da prisão, Feijãozito foi cercado. Dois contra um. Quase apanha. Um preso chamado Senorino entra na briga e salva ele. Enquanto isso, fora, a vizinha que sempre ajudou os meninos confessa: gosta dele desde antes de tudo desabar.
Aí a verdade começa a sangrar.
Rosita admitiu que ligou pro Malagueta. Pediu pra ele ir na casa. Queriam assustar o pai pra ele largar a guarda. Tem áudio: “quando eu chegar no portão, você pode vir. O Feijãozito vai estar com as crianças.”
O tiro saiu. Ela apontou pro ex.
E agora tem câmera. Casa verde, número 125. A filmagem da rua mostra: Feijãozito só saiu depois que o Malagueta fugiu.
Ele estava dentro. Alimentando os filhos. Do começo ao fim.
A prova que pode soltar ele existe.
A mentira dela também.
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