Ela estava caída na frente da casa dele.
Tiro. Sangue. Grito. Feijãozito correu, ajoelhou, chamou socorro. Fez o que qualquer homem faria. Quando a polícia perguntou quem atirou, ela levantou o dedo e apontou pra ele.
“Foi ele.”
Mesmo jurando que estava em casa com os filhos, foi levado. Sem prova forte pra se livrar, continua preso. E enquanto ele apodrece na cela, ela usa a acusação pra tentar recuperar a guarda das crianças.
Mas tem uma moto que foi vista naquela noite.
O irmão dela recebeu ligação ameaçadora. E existe uma gravação escondida — uma conversa que pode mostrar quem realmente estava por trás do tiro.
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