Dois testes. Confirmado no posto.
Picanha estava grávida. Feijãozito acabara de sair da cadeia, cuidando dos filhos e ajudando o Giló a reconstruir a casa queimada. Ela tinha medo de ser mais um problema. Ele respondeu sem hesitar: “ter um filho não é castigo”.
As crianças souberam.
“Quando ele nascer, o senhor ainda vai cuidar da gente?” Picanha foi clara: não queria o lugar da mãe. Queria construir o dela. O bebê ia ter dois irmãos.
Enquanto isso, a justiça fechava o cerco.
A filmagem mostrou o rosto do cúmplice do Malagueta. Ele confessou a cópia dos crachás, a montagem contra o irmão do Senorino… e a bomba: o irmão estava vivo. Protegido, com outro nome. A mãe dele morreu esperando. Agora a revisão do processo libera o Senorino.
Malagueta preso. Rosita apodrecendo na cela.
Feijãozito e Picanha se casam. O bebê nasce. A família que sobrou da fome, da denúncia falsa e do fogo finalmente se completa.
Rosita só recebe a notícia atrás das grades.
E o último plano dela… morre ali.
E aí: esse final fechou a novela do jeito que você queria… ou ainda faltou alguém pagar?
Comenta sem filtro. Episódio final prende até o último segundo.
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